Marina Azze
Um cadiquim das minhas loucuras...
quinta-feira, 29 de março de 2012
E meu avô molhando meu bico na cachaça...
** Quem poderia imaginar que as atitudes realizadas com cachaça na cabeça em momento de descompromisso são as que deveriam ser pensadas... Minunciosamente pensadas... São as que mais te exigem e mais te ferem depois. São nestes ambientes, de bebida, som alto e paetês que conhecemos casados que se dizem solteiros, imbecis que se dizem amigos, putos que se dizem cansados, vampiras que se dizem apaixonadas e malandros que se dizem sinceros... E ë neste ambiente que vc acha que vai se distrair!?! Put's! Levei 30 anos para descobrir isso. Bom, agora?! Já posso vestir a armadura?!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Como flores...
"Assim como as flores, sentimentos morrem..." Delicadamente assim... Cuide de quem te ama com amor, todos os dias! E ainda sim, como as flores, talvez possa secar e se despedir de vc, sem dizer adeus. Isso de pra sempre e eterno é poesia. Relação tem q ser regada, não pode distrair. Apoiamos em palavras: casamento, tempo, trabalho e nos distraímos. E como é difícil manter dois atentos e ligados... Amem sem se distrair! Celebrem a sorte, nem q por um momento, de ser recíproco o sentimento. Dois atentos e ligados! Como queriamos que fosse eterno, não? Mas, quase sempre, nos perdemos em nossa imbecil ansia de viver... Ainda bem que sempre é apenas uma palavra.E ainda temos a chance de conseguir driba-la.
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Cada vez mais... Vermelho.
Mariazinha conhece Joaozinho e eles vivem um romance de novela das 6. De repente, Joaozinho aparece com ciumes e possessividade. Criando histórias, criativas, dignas de autor de novela, Mariazinha sufocada, nao entende o pq. O tempo vai ganhando espaço e pimba: Mariazinha descobre que Joaozinho nao era autor de novela, era autor de cagadas. rs... Que sua criatividade nao era um talento, apenas a coerencia com seus propios atos. Mariazinha decepcionada, sai sozinha e sem capuz vermelho, pela estrada a fora... O tempo vai ganhando espaço e pimba: Mariazinha conhece Zezinho. Eles vivem um romance de cinema. De repente, Zezinho aparece sem ciumes e com grande permissividade. Criando outros compromissos, enautecendo liberdade. Mariazinha, surpresa, não entende o pq. A princípio Mariazinha solta gargalhadas de felicidade, mas, o tempo vai ganhando espaço e pimba: Mariazinha descobre que Zezinho entende como liberdade participar de outra vida,mas, nao da sua. Mariazinha decepcionada, sai sozinha, mas com capuz vermelho, pela estrada fora...
sábado, 11 de dezembro de 2010
Eu queria...
Eu queria ter um coraçao maior pq o meu nao ta cabendo o que tenho sentido... Queria ter os olhos mais secos para aguentar saudade sem transbordar... Eu... Eu queria mais chances de trabalhar sem dinheiro, melhor ouvido para escutar melhores gargalhadas e braços ainda maiores pra senti-los mais cheios. Eu queria... Queria que meus pensamentos fossem entregue aos destinatários. Queria ser mais uma sendo única e mais todo sendo apenas um pedaço. Eu queria mais amigos pra poder sentir o mesmo orgulho dos que ja tenho. Queria ter a boca mais larga para engolir mais brigadeiros e mãos macias para sentir mais dentro quando massageio. Eu queria mais tempo para fazer menos e menos ocupaçoes para fazer mais. Queria encostar meu nariz e fechar meus olhos. Queria aceitar enfim, que distancia só sentimos quando estamos próximos e que querer nao é mais que um desejo tolo de ainda nao.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
...
E eu finalmente de volta a tela azul... Pode parecer mentira, mas o tempo neste ultimo mês não me permitiu escrever. Talvez eu precisasse me calar, para organizar meus pensamentos. Confesso, não consegui organiza-los. Foi um mês difícil, com tantos acontecimentos, tantos compromissos corridos, tantas surpresas... Eu definitivamente não gosto de surpresas! Não sei o que é, quem são, nem quando. Eu não sei o que foi, quem foram, nem onde. Não entendo o porquê e nem em como permiti. Sei que de repente acordei sem algum órgão vital.
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